Equipamentos bioquímicos veterinários
Equipamentos de bioquímica úmida semiautomáticos
Os equipamentos de bioquímica úmida semiautomáticos tendem a
ser os “de entrada” em boa parte das clínicas que querem utilizar bioquímica
úmida. São aparelhos que envolvem uma boa participação “humana” nos processos
de confecção dos exames. Apesar de terem um manuseio simples, especialmente com
a prática, eles dependem de um bom conhecimento e trato metodológico do
operador.
Desta forma, para utilizarmos equipamentos semiautomáticos são necessários acessórios, como pipetas automáticas, ponteiras, banho maria, centrífuga, tubos e reagentes. Toda a parte de preparação dos reagentes de trabalho e da amostra é feita de forma manual, seguindo as orientações da bula do reagente.
Em seguida, após as preparações, o equipamento faz a leitura dos exames. O tempo de espera varia com quantidade de parâmetros, assim como com os parâmetros escolhidos (que possuem tempo de preparação e leitura diferentes). Desta forma, estima-se que para um perfil de 3 a 4 parâmetros, são necessários cerca de 30 minutos para ter os exames em mãos. É um equipamento indicado para pequenas demandas, mas pode suportar até uma média de 300 parâmetros bioquímicos por mês.
Consequentemente, é recomendado para clínicas, hospitais e laboratórios veterinários que não têm uma rotina bioquímica enorme e que contam com técnicos, laboratoristas ou patologistas. Lembramos que a interferência humana nos testes é bastante grande e por isso, os acessórios devem ser de boa qualidade e o operador deve, preferencialmente, ter experiência e método.
De acordo com o que foi dito, tem como principais vantagens o baixo investimento inicial, e o baixo custo por teste – margens de lucro muito significativas.
Equipamentos de bioquímica úmida automáticos
Apesar de dividir com os semiautomáticos boa parte das
tecnologias de análise, toda a parte de preparação de reagentes de trabalho,
pipetagem das amostras e reagentes e incubação é feita pelo equipamento. E este
é o seu grande trunfo.
São aparelhos de facílimo manuseio, rápidos, precisos,
acurados e muito econômicos. Por esta razão, são necessários poucos acessórios
e podem ser operados por clínicos, patologistas ou técnicos bem treinados.
No mercado existe uma série de equipamentos automáticos para
bioquímica veterinária, com diversas velocidades, especificações, estruturas
internas, resistências, capacidades e outra série de particularidades a se
depender de marca e modelo.
É importante que o veterinário determine sua rotina, custos,
plano de investimento e retorno para decidir qual seria o equipamento mais
adequado para ele. Além disso, é importante averiguar o consumo de reagentes,
água, refrigeração do disco de amostras e reagentes, lavagem ou não de cuvetas
e custos com manutenção anual.
O investimento em um equipamento automático é muito maior
que em equipamentos semiautomáticos mas existem uma série de vantagens como:
menor interferência humana nos resultados, menor consumo de reagentes e de água
– fato que, a depender do equipamento, pode ser 8x menor – maior acurácia,
rapidez nos resultados, facilidade de manuseio, maior capacidade de execução de
exames (quantidade e qualidade), possibilidade de execução de parâmetros
separados ou perfis completos, robustez, e, além de ainda vários outros, lucro.
São indicados para clínicas, hospitais e laboratórios veterinários com média a alta demanda (acima de 300 parâmetros mensais).
Equipamentos de bioquímica seca automáticos
Os equipamentos de que se utilizam da tecnologia seca são o
que há de mais moderno e prático para a categoria de bioquímica veterinária.
São, todos eles, automáticos e, na maioria das vezes, dispensam grande parte
dos acessórios.
Em alguns casos, como os do VB1 vet, mesmo para perfis mais completos, os resultados são conseguidos em apenas dois passos – inserção da amostra no rotor de reação e inserção do rotor e dados no equipamento, sem sequer precisar de centrifugação. Toda esta tecnologia e compensação em praticidade, contudo, acabam refletidas no custo por teste, o que faz com que, consequentemente, toda bioquímica seca tem um custo por reação bem maior que as bioquímicas úmidas.
Estes equipamentos têm a vantagem de serem fáceis de operar,
não requererem grande experiência anterior do operador, necessitarem de poucos
acessórios e serem muito precisos.
Assim, são indicados para clínicas e hospitais veterinários com rotinas baixas a medianas e veterinários com pouco tempo e experiência laboratorial (itens que podem contraindicar uma semiautomática úmida).
Também são indicados para locais com espaço restrito devido ao tamanho compacto dos equipamentos e urgências/emergências, pela praticidade, rapidez e acurácia, além disso, são backups ideais para grandes hospitais, clínicas e laboratórios que queiram estar preparados para qualquer imprevisto com suas máquinas principais.
O investimento em equipamentos de bioquímica seca é de baixo a médio e se encaixa perfeitamente na indicação intermediária entre os equipamentos automáticos e semiautomáticos. As possibilidades de locação e comodato destes equipamentos também traz alguma versatilidade na formatação de aquisição. O VB1 vet, inclusive, se encaixa nessas modalidades. Para saber mais, clique aqui.
Incrível, né? Agora você está cada vez mais perto de formatar a melhor configuração para seu laboratório veterinário. Inclusive, já vale a pena ir se preparando para os testes que serão executados em suas bioquímicas, hein? Clique aqui para conferir um post especial sobre os parâmetros da bioquímica veterinária e ficar ainda mais por dentro do assunto.
Voltaremos em breve com ainda mais novidades. Fique de olho
e até mais!