Abrir um laboratório veterinário acaba sendo, muitas vezes, um caminho natural para quem já tem sua clínica ou hospital veterinário. Não só por ser uma excelente opção em termos de negócio, mas também por ser capaz de mudar drasticamente a realidade de uma rotina de trabalho.
Nós sabemos, porém, que o desafio de se propor a esta evolução pode ser complicado. Minúcias sobre patologia clínica veterinária, hematologia, bioquímica e uso de microscópios muitas vezes fogem do dia a dia do veterinário. O que poucos sabem é que, antes de tudo isso, ainda há passos cruciais que devem ser considerados para que esse processo seja feito com o mínimo de erros possível. Vamos conferir:
1- Saiba o objetivo do seu laboratório
Primeiramente devemos nos propor esta reflexão. Pode até parecer básico, mas não é. Provavelmente 9 entre 10 médicos veterinários responderiam: fazer exames laboratoriais. Mas vejamos: esta é a necessidade, não o objetivo!
Objetivo é aquilo que é mais profundo e pessoal, é o que motiva. Pode-se abrir um laboratório com o fim de aumentar a rentabilidade, para quem, por exemplo, já tem um número de exames que justifique isto. No caso de clínicas ou hospitais que precisem dos resultados mais rapidamente, a meta pode ser a agilidade, e assim por diante.
Saber o objetivo do laboratório veterinário brilha no primeiro lugar da nossa lista porque ele é definitivo na hora de escolher diversos aspectos e, dentre eles, o mais importante: o quadro de equipamentos com o qual se contará. Há equipamentos para todas as finalidades: os mais rápidos, os mais independentes, os mais acurados, os mais portáteis, etc.
Propósito definido? Vamos para o segundo passo: